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Jornal de Brasília destaca Congresso na Capital

dcarvalhojrSegundo o Jornal de Brasília noticiou no dia 9 de julho de 2015, Especialistas de todo o país discutem o avanço da medicina com programação até amanhã.
O Jornal destacou que o cuidado com os olhos deve ser rigoroso, mesmo na correria do dia a dia, para evitar problemas futuros que comprometam a visão. O Dia Mundial da Saúde Ocular, comemorado nesta sexta-feira (10), possui programação sobre a temática ao reunir especialistas no VIII Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, em realização no Centro Internacional de Convenções do Brasil, no Setor de Clubes Sul.
Alertou também que somente na população brasileira, composta por mais de 200 milhões de habitantes, quatro milhões de pessoas possuem deficiência visual e 1,2 milhões são cegos. Nesse cenário, estudos apontam que 40% dos casos poderiam ser evitados com detecção precoce das doenças por meio de consultas periódicas. Esses dados são considerados alarmantes, até porque só nos interessamos quando um desses casos ocorre no seio de nossos familiares.
O oftalmologista Durval Moraes de Carvalho Júnior, presidente do Congresso e membro do Centro Brasileiro da Visão (CBV), disse em entrevista que o glaucoma é uma das piores doenças oculares que muitas vezes passa despercebida: “É a maior causa de cegueira irreversível mundial. O pior é que ela é assintomática, o paciente não sabe que tem a doença”.
Ainda acrescentou ao veículo de informação que durante o processo de descoberta da patologia, é aferida a pressão intraocular para que haja a constatação. “Se estiver alta, a pessoa pode correr o risco de perder a visão”, explica Durval. A falta de informação e de consultas médicas regulares são fatores que contribuem para a descoberta tardia. “É por isso que as chances de recuperação são baixas”.
O Jornal de Brasília ainda ressaltou dois tópicos:

Cautela com a visão

Doenças na retina compõem outro grupo de distúrbios que precisa de investigação constante. Nesse caso, o diabético é o mais propenso a ter alterações, com sangramentos nos olhos. “Se for tratado de maneira precoce, pode minimizar os efeitos”, destaca o oftalmologista Durval.
Pessoas com conjuntivite, que utilizam colírios sem indicação, também devem estar atentas, pois o caso poderia ser úlcera de córnea. O alerta abrange os usuários de lentes de contato que têm reações ao usá-las. “Eles precisam de acompanhamento médico, ainda que acreditem que não. Devem ter consciência de que não podem apostar no cuidado dos olhos sozinhos”, aponta o especialista.

Secura do tempo na capital

Quando o assunto é a seca de Brasília, a atenção deve ser redobrada, pois geralmente é acompanhada de mal-estar. “As queixas de olho seco se intensificam nesse período. Em algumas situações, o paciente tem deficiência de lágrimas, mesmo que seja parcial, e sofre ainda mais”, destaca. O desconforto ocular se faz presente nas simples ações da rotina, com quadros de dores de cabeça e irritação.
É por isso que deve se levar a sério a periodicidade de idas ao consultório oftalmológico. “Se o paciente não tem nenhuma queixa, a recomendação é procurar o especialista uma vez por ano. Por outro lado, se há quadro de glaucoma ou da utilização de colírios, deve ser a cada três ou seis meses. Já o diabético, precisa fazer o exame de fundo de olho regularmente”, orienta Durval Carvalho.

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