CBV – Hospital de Olhos

Exames

Acuidade Visual – R. de Barras em Crianças

Dispositivo de barras para medir acuidade visual de bebês, crianças em idade pré-verbal e de pessoas que têm deficiências múltiplas.

O que é o exame de Acuidade Visual com Raquete de Barras em Crianças?

Esse exame é utilizado para medir a visão de crianças em idade pré-verbal, ou seja, não conseguem informar o que estão enxergando ou em pessoas com deficiência. O oftalmologista verifica a acuidade visual pelo olhar preferencial através do exame Raquete de Barras.

Como é feito

São mostradas as raquetes , onde as barras ficam cada vez mais estreitas, até que a criança não manifeste nenhum interesse. As menores barras que a criança mostrou preferência corresponde à sua acuidade visual.

Especificações

– Estímulo para bebes até 18 meses;

– Não dilata;

– Não há contato;

– Dependendo da idade da criança, pode se repetir o exame.

Angiografia Digital com Fluoresceína

É uma técnica de exame que consiste em injetar um contraste (fluoresceína sódica) em uma veia do antebraço ou mão para ver e fotografar seu trajeto nos vasos do globo ocular.

Aplicação Clínica da Angiografia Digital com Fluoresceína

– Constitui um grande auxílio no diagnóstico das patologias retinocoroideas (vasculares, inflamatórias e degenerativas);

– Patologias vasculares da retina: Diabetes, Hipertensão Arterial Sistêmica, Oclusões Vasculares, Anemia Falciforme e outras;

– Processos inflamatórios: Retinites, Coroidites, Neurites, ParsPlanites, Esclerite Posterior e outros;

– Processos degenerativos: Degenerações Maculares, Distrofias Retinianas, Retinose Pigmentar e outros;

– Tumores: Nevus de Coróide, Melanomas, Hemangiomas, Harmatomas, Osteomas; Tumores Vasculares e outros.

Necessidades na realização da Angiografia Digital com Fluoresceína

– Duração: 15 minutos

– Dilatação pupilar: Sim

Angiografia Digital com Indocianina verde

São realizadas fotografias com filtro infravermelhos logo após a administração endovenosa do corante, com distintas etapas para analise das imagens. O paciente deverá acompanhar a mira que direciona o olhar e deverá ficar com o braço esticado em que a veia foi puncionada nos 5 a 10 minutos iniciais do exame.

As fotografias seriadas utilizam flash, e podem causar desconforto e fotofobia. Este exame é indicado para diagnosticar possíveis alterações no fundo de olho e para orientação para futuros tratamentos.
Permite analisar a circulação dos vasos e artérias principalmente da coroide, mas também da retina, e alterações que possam ocorrer no epitélio pigmentado retiniano.

É um método complementar à angiofluoresceinografia, pois cada corante tem afinidade por um tipo de tecido, fornecendo informações que são complementares.

Aplicação Clínica da Angiografia Digital com Indocianina verde:

– Degeneração macular;

– Membranas neovasculares subretinianas ocultas ou clássicas;

– Coriorretinopatia serosa central.

Autofluorescência

A Autofluorescência é um exame que conta com alta tecnologia para avaliar o metabolismo da retina sem a necessidade de injeção de corante.

Aproveita as propriedades naturais fluorescentes de lipofuscina presentes na retina para fornecer informações estruturais e metabólicas da retina, e revelar alterações anatômicas no epitélio pigmentado da retina.

É indicado para diagnóstico de doenças genéticas e hereditárias da retina, assim como para diagnosticar e acompanhar pacientes portadores de degeneração macular relacionada à idade forma seca que apresentam drusas e atrofia do epitélio pigmentado.

Avaliação oftalmológica sob narcose

O exame oftalmológico sob narcose é necessário quando o paciente é bebê, criança ou pacientes de baixa colaboração, o que impede a realização dos exames em condições normais.

O paciente é sedado (procedimento anestésico) e só após isso é que os exames são realizados.

Quando ocorre a sedação, podemos realizar os seguintes tipos de exames:

– Tonometria

– Biometria Ultrassônica

– Paquimetria Ultrassônica

– Mapeamento de Retina

– Refração

O paciente de ter jejum mínimo de 8 horas e estar acompanhado dos responsáveis.

Biometria por interferometria

O exame de biometria é utilizado para medir as estruturas oculares e de uso obrigatório para cálculo da (LIO) lente intraocular que substituirá o cristalino na facectomia. Também é utilizado para diagnosticar a atrofia do globo ocular com diminuição do diâmetro antero-posterior; e diagnosticar e acompanhar o desenvolvimento de patologias que causam o aumento de tamanho do globo ocular, como no glaucoma congênito.

A Biometria feita com o biômetro IOL Máster que utiliza recursos de interferometria, hoje aprovada pelo FDA é considerada a mais precisa possível, pois dela depende a escolha do grau da lente a ser implantada.

Aplicação Clínica:

– Cirurgia de catarata;

– Glaucoma congênito.

Técnica:
Não há contato com o olho do paciente.

Duração:
Aproximadamente 15 minutos.

Biometria ultrassônica

Ultrassom utilizado para medir as estruturas oculares e de uso obrigatório para cálculo da lente intra-ocular que substituirá o cristalino na facectomia.

Aplicação Clínica:

– Cirurgia de catarata;

– Pacientes que apresentam olhos de tamanho aumentado, como nos glaucomas congênitos ou nas anisometropias grandes.

Técnica:

Duração de aproximadamente 15 minutos.

Campo Visual Computadorizado

Avalia os defeitos do campo visual e escotomas causados por algumas patologias neurológicas ou oculares.

Aplicação Clínica:

– Glaucoma;

– Endocrinopatias;

– Maculopatias;

– Usuários de medicamentos (cloroquina e seus derivados);

– Neuropatias;

– Outras.

Técnica:

Aproximadamente 30 minutos.

Curva tensional diária

São aferições de pressão intra-ocular no decorrer de um ou vários períodos do dia, essas medidas são feitas normalmente de 3 em 3 horas.

Tipo:

Mini-Curva: de 8 às 18h.

Aplicação Clínica:

Esclarecimento do diagnóstico do glaucoma, hipertensão ocular ou pesquisa de picos pressóricos.

Técnica

Duração de acordo com a decisão médica.

Ecografia / Ultrassonografia

A ultrassonografia é um exame muito utilizado para avaliação das estruturas internas do globo ocular (ex. cristalino, cavidade vítrea, retina) e cavidade orbitária (ex. músculos, nervo óptico, gordura orbitária).

Indicações:

– Avaliação de queixas visuais de pontos escuros (moscas volantes) e flashes de luz (fotopsia);

– Opacificações que dificultam o exame do fundo de olho como catarata e distrofias corneanas;

– Processos inflamatórios, infecciosos e hemorrágicos;

– Na orbitopatia de Graves: oftalmopatia relacionada à tireoide;

– No trauma realizado também na detecção e localização de corpos estranhos, descolamento de retina e tumores.

A presença de ar ou substâncias utilizadas nas cirurgias de retina e vítreo como gás ou óleo de silicone intravítreo dificulta o exame. No exame orbitário, o ultrassom não consegue avaliar a porção posterior da órbita.

Cuidados:

Prótese ocular e lentes de contato devem ser removidas dos olhos a ser examinado, com exceção de processos inflamatórios ou traumáticos.

O exame é indolor.

Eletrofisiologia

Estuda a função do nervo – óptico e vias ópticas.

PVE – P: padrão xadrez
PVE _F: flash
Aparelho: LKC – EPIC 3000

Aplicação clinica:

– Doença do nervo-óptico e vias ópticas (PVE-P e PVE- F);

– Doenças da mácula (PVE-P);

– Retinose pigmentar com visão central ainda preservado (PVE-P);

– Baixa acuidade visual sem causa evidente (PVE-P e PVE-F);

– Opacidade de meios (PVE-F);

– Avaliação medica legal;

– Ambliopia.

Técnica:

Duração: aproximadamente 45 minutos

Dilatação pupilar: não

OBS: PVE padrão xadrez é obrigatório uso de lentes corretoras (óculos)

Orientação aos pacientes:

Os exames eletrofisiológicos são semelhantes a outros testes, como por exemplo o eletrocardiograma e o eletroencefalograma. E tem como objetivo avaliar a função da retina e do nervo óptico. Para a realização dos exames é recomendado que:

– O paciente não use cremes nos rosto, maquiagem ou protetor solar;

– Venha com cabelos secos sem gel ou spray, para que isso não interfira no registro;

– Todos os objetos como celulares, tocadores de música e outros devem ser desligados e deixados com os acompanhantes no momento da realização do exame;

– Trazer óculos de grau, tanto para perto como para longe. Se não tiver óculos, trazer receita;

– O paciente será preparado para o exame, e na maioria dos testes as pupilas devem ser dilatadas, para isso o paciente deve trazer óculos escuros para minimizar o desconforto quando terminar de realizar o exame;

– Venha com acompanhante pois geralmente será necessário dilatar a pupila;

– O paciente não deve se expor ao sol por alguns dias, e caso haja exposição, deve usar protetor solar.

Estereofoto de papila/disco óptico

Registro fotográfico de alterações de disco óptico ou papila. Fotografias realizadas com luz branca intensa, para registrar forma, contornos, relevo, tamanho coloração e escavação do disco óptico.

O registro é feito digitalmente e em filme fotográfico para slides com grande aumento para evidenciar os detalhes do disco óptico e de suas possíveis alterações. O registro digital permite a medição das alterações, e o registro em filme fotográfico consiste de duas fotografias contíguas da região do disco óptico. Que, depois de reveladas e observadas por meio de um slide-viewer, evidência o aspecto tridimensional da papila.

Aplicação Clínica:

– Hipertensão ocular;

– Glaucoma;

– Edema de papila;

– Papiledema;

– Processo inflamatório do nervo óptico (neurite óptica);

– Pseudopapiledema (anomalias como drusas de papila);

– Tumores da cabeça do nervo óptico (benignos como melanocitoma e malignos como melanoma;

– Infiltração linfomatosa ou leucêmica;

– Tumores metastáticos para o nervo óptico).

Orientação aos Pacientes:

Possível dilatação da pupila de ambos os olhos

Fotodocumentação digital – L. de fenda

Fotodocumentação digital de cortes ópticos com lâmpada de fenda.

– Mácula

– Nervo óptico

Gonioscopia

A gonioscopia é um exame utilizado para avaliar o ângulo da câmara anterior, íris e superfície do cristalino com lentes de aumento em contato com a córnea.

É indicado para o diagnóstico e acompanhamento de pacientes com glaucoma, casos de cistos de íris, tumores de íris e corpo ciliar, ou em casos de processos hemorrágicos e inflamatórios. Também é essencial no acompanhamento de pacientes em pós-operatório de várias cirurgias oculares e no acompanhamento de traumas. Para o exame, utiliza-se um colírio anestésico e outro gelatinoso que deixa a visão um pouco embaçada por alguns minutos.

Aplicação Clínica:

– Diagnostico de glaucoma;

– Cistos de íris;

– Tumores de íris;

– Corpo ciliar;

– Processos hemorrágicos e inflamatórios.

Indicação para o uso de Lentes de Contato

Envolve um exame oftalmológico completo com indicação, prescrição, adaptação e controle dessa lente no olho do usuário.

Nem todas as pessoas podem usar lentes de contato, sendo necessário que o médico oftalmologista identifique o grau e curvatura da lente a ser adaptada, bem como o melhor tipo de lente a ser usado por cada paciente.Antes do teste das lentes, são necessários alguns procedimentos, como a medição da curvatura da córnea, mapeamento da superfície (topografia), medida da espessura corneana (paquimetria), e refração para determinação do grau das lentes.

Após estes exames, as lentes de contato de teste são colocadas por um período de 10 a 20 minutos. Em seguida, é realizada nova refração com as lentes de contato de teste, e uma avaliação da adaptação com o aparelho chamado lâmpada de fenda para identificar necessidades de algumas modificações. Outros procedimentos importantes são as orientações para a colocação, manuseio, remoção, cuidados, período de uso e consultas de revisão.

Assim, além de garantir a melhor qualidade visual, o paciente evita riscos de contaminação através de bactérias, fungos e outros tipos de problemas em virtude de uma adaptação inadequada.

As lentes de contato são um corpo estranho dentro do olho, que em caso de má orientação, podem causar danos severos e permanentes para a visão como, por exemplo, úlcera de córnea e cegueira.

A segurança de seu uso depende da supervisão adequada do oftalmologista.

Mapeamento de retina

Avalia a mácula, o nervo óptico e a periferia do globo ocular que não pode ser vista no exame de fundoscopia direta.

Aplicação Clínica:

– Constitui um grande auxílio no diagnóstico das patologias retinocoroideas (vasculares inflamatórias e degenerativas);

– Patologias vasculares de retina: Diabetes, Hipertensão Arterial Sistêmica, Oclusões Vasculares, Anemia Falciforme e outras;

– Processos inflamatórios: Retinites, Coroidites, Neurites, Para Planites, Esclerite Posterior e outros;

– Processos Degenerativos: Degenerações Maculares, Distrofias Retinianas, Retinose Pigmentar e outros;

– Hemorragias;

– Tumores: Nevus de Coróide, Melanomas, Hemangiomas, Harmatomas, Osteomas, Tumores vasculares e outros.

Técnica:

Duração: aproximadamente 15 minutos

Dilatação Pupilar: Sim

Microscopia Especular de Córnea

Permite a avaliação anatômica e funcional das células endoteliais da córnea fornecendo dados importantes dessa camada, tais como densidade ou número de células por milimetro quadrado, homogeneidade dos tamanhos, alteração das formas e avaliação da vitalidade celular.

Aplicação Clinica:

– Pré e pós-operatório de cirurgia de catarata;

– Pré e pós-operatório de refrativa;

– Avaliação da córnea doadora;

– Pós-operatório de transplantes de córnea;

– Distrofias corneanas;

– Edemas de córnea, etc.

Técnica:

Duração: aproximadamente 10 minutos.

MPOD – Macular Pigment Optic Density

A retina apresenta pigmentos maculares chamados luteína e zeaxantína. Estes pigmentos tem uma função importante na proteção da mácula da luz azul nociva e ajudam a manter a função da mácula.

Pacientes com poucos pigmentos apresentam maior risco de desenvolver degeneração macular da idade e de apresentar as formas mais graves da doença. Caso a concentração destes pigmentos maculares esteja baixa, será recomendado uso de suplementos vitamínicos de luteína.

OCT de Córnea e Seg. Anterior – Visante

A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) de córnea e segmento anterior é um instrumento versátil da anatomia da córnea e do segmento anterior.

Comparado aos métodos topográficos normalmente usados, o OCT é o único capaz de delimitar a interface do flap de LASIK, as interfaces anterior e posterior da córnea, além da interface epitélio-Bowman, permitindo a visualização e análise das estruturas detalhadas da câmara anterior e medidas precisas. Além disso, comparado aos métodos ultra-sonográficos o OCT apresenta as vantagens de melhor resolução e de ser um exame de não contato (não ocorre contato direto com o olho), totalmente indolor.

Indicações:

Suas principais indicações são: análise da anatomia da córnea e do segmento anterior, análise pós-cirurgia refrativa (detecção do flap de LASIK e análise do leito residual estromal), diagnóstico diferencial de ceratocone e ectasia pós-LASIK, análise de patologias da córnea e segmento anterior (tumores), pós transplante de córnea, pós-anel intracorneano(Anel de Ferrara), análise do cristalino, medidas da câmara anterior com precisão para implantes de lentes de câmara anterior, nevus e tumores de íris e corpo ciliar, análise do ângulo da câmara anterior e sua anatomia no glaucoma.

Conclusões

O OCT de córnea e segmento anterior é uma nova ferramenta na análise da anatomia da córnea e segmento anterior. Cirurgia refrativa, biometria de câmara anterior, análise do ângulo da câmara anterior, trabeculectomia e lesões tumorais são alguns dos casos que irão se beneficiar com a análise do OCT visante.

OCT SPECTRALIS – Segmento Posterior

É um equipamento baseado na tecnologia de laser confocal de varredura que permite o registro de olho. O Spectralis representa a mais moderna geração de exames de diagnóstico por imagem na oftalmologia.

A aquisição do spectralis coloca o CBV Hospital de Olhos no patamar das melhores clínicas e hospitais do mundo inteiro, trazendo para o Centro Oeste e para o Brasil o verdadeiro conceito de excelência em oftalmologia aliada à inovação e tecnologia.
O Spectralis realiza seis diferentes exames, permitindo uma avaliação detalhada de todas as estruturas que compõem o fundo de olho, tais como nervo óptico, retina, coroide e vasos sanguíneos.

Os exames compreendidos são:

– Retinografia Monocromática Digital (RF-RED FREE);

– Retinografia por imagem Infravermelha Digital (IR-INFRA RED);

– Videoangiografia com Fluoresceína (FL);

– Videoangiografia Digital com Indocianina Verde (ICG);

– Auto-Fluorescência (AF);

– Tomografia de Coerência Óptica de Alta definição (OCT).

Além desses exames citados acima, ele também faz os exames “casados”, ou seja, dois exames simultâneos, por exemplo: IR +OCT, AF + OCT, RF +OCT, FL + OCT, ICG.

Chamado de Laser Angiógrafo Tomógrafo Digital, os exames existentes neste aparelho não são comparados aos já existentes, pois sua definição tem a melhor qualidade, mais cortes em diversas áreas da retina, imagens tridimensionais, mecanismo e Eye Tracking (rastreamento de movimentação ocular) e associação de dois exames.

Indicações:

A Retinografia Monocromática Digital e a Retinografia por imagem Infravermelha Digital permitem a observação e análise de detalhes da retina e do nervo óptico principalmente da camada de fibras nervosas e das camadas mais externas (profundas) da retina e possibilidade de observação de detalhes através de programas de ampliação e contraste digital.

A Auto-Fluorescência ou Retinografia Auto-Fluorescente é a mais nova tecnologia não invasiva para avaliar o metabolismo da retina por revelar alterações anatômicas no epitélio pigmentado da retina e atualmente é o principal exame utilizado para diagnóstico de doenças genéticas e hereditárias da retina, assim como para diagnosticar e acompanhar pacientes portadores de degeneração macular relacionada à idade (forma seca) que apresentam Drusas e Atrofias do epitélio pigmentado.

A Videoangiografia Digital com Fluoresceína e a Videoangiografia Digital com Indocianina Verde são exames que permitem avaliar a circulação sanguínea de todas as camadas do fundo do olho como por exemplo a retina e a coróide, para o diagnóstico preciso de doenças vasculares e exsudativas do fundo de olho. O Spectralis permite a realização simultânea desses dois exames, o que proporciona um alto grau de clareza e precisão no diagnóstico dessas doenças. A tecnologia de laser confocal de varredura presente no Spectralis permitiu que esse exame, antes realizado separadamente, possa ser feitos simultaneamente em tempo real, revelando detalhes que tornam o diagnóstico mais preciso. Esses exames permite baixíssimo nível de luz, resultando em menos desconforto ao paciente.

Tomografia de Coerência Ótica de Alta Definição– o Spectralis é o único no mundo a possuir um mecanismo de Eye Tracking, ou seja, rastreamento de movimentação ocular que permite análise seriada e totalmente reprodutível das imagens do fundo do olho, o que promove a captação de imagens de alta resolução e qualidade do fundo do olho com capacidade de avaliação de junções celulares de fotoreceptores e vasos retinianos, além de todas as outras camadas da retina e estruturas do nervo óptico. Desse modo, o poder de resolução das imagens chega a 7 micra (1 micra corresponde à milésima parte do milímetro), tornando possível a avaliação de estruturas a nível celular na retina e nervo óptico.

ORA – Analisador de Resposta Ocular

É o único tonômetro que mede a Histerese da córnea que permite medir a progressão do glaucoma. A histerese da córnea indica as propriedades biomecânicas da córnea, diferente dos exames que medem a espessura ou a topografia (atributos geométricos).

Os dados da Histerese da córnea foram significativamente associados com risco de progressão do glaucoma. Olhos com menor Histerese de córnea tiveram taxas mais rápidas de perda de campo visual do que aqueles com maior Histerese de córnea.

Além de coletar dados da histerese corneana, o ORA fornece a medida da pressão intra-ocular compensada (IOPcc), uma indicação mais confiável da real pressão intraocular, e provou ser menos influenciado pelas propriedades da córnea do que outros métodos.

Orbscan /Tomógrafo de Córnea

O Orbscan é um tomógrafo de córnea e um sistema de análise de segmento anterior que fornece até 32 opções de mapas do segmento anterior do olho, destacando mapas de elevação, inclusive elevação posterior, mapa paquimétrico, mapas axiais ceratométricos, tangenciais, etc.

Aplicação Clínica:

Exame utilizado para avaliação de pacientes candidatos à cirurgia refrativa e para avaliações do quadro pós-operatório da mesa.

Técnica:

Duração: aproximadamente 5 minutos.

PAM – Medida do Pot. de Acuid. Visual

Este método de medida da acuidade visual avalia o potencial de acuidade visual mesmo em caso de opacidade relativa de meios (catarata, hemorragia vítrea, leucoma).

É capaz de fornecer o prognóstico do desempenho visual de uma cirurgia, podendo ser decisivo na indicação de uma intervenção operatória.

Aplicação Clínica:

– Pré-operatório de cirurgia de catarata;

– Transplante de córnea;

– Cirurgia refrativa;

– Vitrectomia.

Paquimetria Ultrassônica

Consiste num exame ultrassônico que mede com exatidão a espessura da córnea.

Equipamento:

pacScan 300 – Sonomed

Aplicação Clinica:

– Avaliação a evolução da espessura corneana em doenças de córnea;

– Acompanhamento pré e pós-cirúrgico;

– Planejamento de cirurgias refrativas (Miopia, Hipermetropia e astigmatismo);

– Avaliação de alterações da espessura corneana causadas por distrofias, uso de lentes de contato,

– Traumas por cirurgias intraoculares e refrativas.

Interferência:

– Lentes de contato

– Colaboração do paciente

Técnica:

Duração: aproximadamente 15 minutos

Dilatação pupilar: Não interfere

Procedimento com paciente:

Sentar o paciente na cadeira, descer a cadeira na horizontal, pedir ao mesmo que olhe para cima e pingar o anestésico, explicando todo o procedimento.

Retinografias

Fotografar e registrar o fundo de olho de pacientes com suspeita de doenças de retina.

Retinografia colorida

Constitui um grande auxilio no diagnóstico das patologias retinocoroideas (vasculares inflamatórias e degenerativas).

Patologias vasculares da retina:

– Hipertensão arterial sistêmica;

– Oclusões Vasculares;

– Anemia Falciforme e outras.

Processos inflamatórios:

– Retinites;

– Coroidites;

– Neurites;

– Pars Planites;

– Esclerite Posterior e outros.

Processos degenerativos:

– Degenerações Maculares;

– Distrofias Retinianas;

– Retinose Pigmentar e outros.

Tumores:

– Nervos de coroides;

– Melanomas;

– Hemangiomas;

– Harmatomas;

– Osteomas;

– Tumores Vasculares e outros.

Técnica:

Duração: aproximadamente 10 minutos

Dilatação pupilar: sim

Retinografia monocromática

Fotografar e registrar o fundo de olho de pacientes com suspeita de doenças de retina. Fotos em preto e branco.

Aplicação clínica da Retinografia monocromática

Constitui um grande auxilio no diagnóstico das patologias retinocoroideas (vasculares inflamatórias e degenerativas).

Patologias vasculares da retina:

– Hipertensão arterial sistêmica;

– Oclusões Vasculares;

– Anemia Falciforme e outras.

Processos inflamatórios:

– Retinites;

– Coroidites;

– Neurites;

– Pars Planites;

– Esclerite Posterior e outros.

Processos degenerativos:

– Degenerações Maculares;

– Distrofias Retinianas;

– Retinose Pigmentar e outros.

Tumores:

– Nervos de coroides;

– Melanomas;

– Hemangiomas;

– Harmatomas;

– Osteomas;

– Tumores Vasculares e outros.

Técnica:

Duração: aproximadamente 5 minutos

Dilatação pupilar: sim

Teste sobrecarga hídrica

Tem por finalidade perceber o pico da pressão. O paciente fica mais ou menos 2 horas sem ingerir líquido, chegando ao consultório afere a pressão, depois de ingerir 1 litro de água e sua pressão é medida em 5 em 5 minutos, até voltar a pressão inicial.

Aplicação Clínica:

Esclarecimento do diagnóstico do glaucoma.

Técnica:

Duração: aproximadamente 1 hora e 30 minutos.

Tonografia de Pascal

É um tonômetro digital, que fornece a saída numérica da pressão intraocular (PIO), proporcionando uma medida direta e precisa da PIO, que não depende das variações individuais das propriedades da córnea.

Aparelho:

Tonômetro de Contorno Dinâmico Pascal.

Aplicação Clínica:

Medição direta e precisa da pressão intraocular, mesmo em pacientes submetidos a Lasik.

Técnica:

Duração: aproximadamente 5 minutos.

Tonometria

Tonometria é o processo de medição da pressão intraocular através de várias técnicas.

Uma das técnicas mais precisas usa um instrumento de contato à superfície da córnea previamente anestesiada. No entanto, devido ao fato de ser necessário o uso de anestésico, tornam-se pouco práticas de serem realizadas.

Com o aparecimento da tonometria de sopro, a facilidade e rapidez de execução das medições de tensão ocular melhoraram.

Tonometria é essencial no acompanhamento de pacientes com glaucoma ou suspeitados de glaucoma. O exame avalia a efetividade do tratamento anti-glaucomatoso em longo prazo, e deve ser realizado periodicamente com mensurações seriadas repetidas em horários variados.

É recomendado para diagnosticar e acompanhar casos de hipertensão ocular causada por uso de colírios em pacientes em pré e pós-operatórios de cirurgias oculares, como catarata, transplante de córnea, glaucoma, descolamento de retina e vitrectomia.

Também é indicada para diagnóstico e acompanhamento de casos de hipotonia do bulbo e distúrbios da pressão ocular após traumatismo.

Topografia de Córnea / Cerat. Comput.

Mapeia a curvatura da córnea baseada em princípios de reflexão de anéis concêntricos na superfície da córnea com precisão em mais de 7.000 pontos.

Aparelho:

Humplrey Atlas Cormneal Topography System.

WithMasterVue Software.

Aplicação Clínica:

– Pré e pós-operatório de cirurgia de catarata;

– Pré e pós-operatória refrativa;

– Avaliação da córnea doadora;

– Pré e pós-operatória de transplante de córnea;

– Distrofias corneanas;

– Ceratocone;

– Lente de contato;

– Edemas de córnea;

– Outros.

Interferência:

– Lentes de contato;

– Grandes perdas de células epiteliais;

– Leucoma com fibrose;

– Sinéquias posteriores.

Técnica:

Duração: aproximadamente 10 minutos.

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